Songtexte
Dei
conta
de
alguns
dos
meus
vários
defeitos
E
agora
confesso
que
sou
mais
humilde
Mesmo
altivando
o
meu
ego
amiúde
Dei
conta
que
o
amor
é
nascido
do
peito
E
que
mesmo
cego
respira
direito
Aguardando
o
dia
de
sua
partida
Dei
conta
que
posso
até
ser
numerado
E
que
o
objetivo
do
número
dado
Não
me
tira
a
nobreza
de
não
ser
repetido
Dei
conta
que
posso
ainda
rir
um
bocado
E
que
as
companhias
deste
mundo
gozado
Podem
ser
a
negação
do
sentido
de
amigo
Dei
conta
que
antes
de
ser
conhecido
Eu
nunca
fui
mesmo
a
maior
novidade
Meu
código
de
barra
já
nasceu
vencido
E
as
coisas
vencidas
não
têm
validade
Somos
todos
piratas
invadindo
a
cidade
Tende
piedade,
senhor
do
bonfim!
Me
faz
ter
juízo
nas
horas
de
mim
Já
me
conheço
errado
o
bastante
Não
sou
como
antes,
bonzinho
e
ruim
Que
posso
eu
arguir,
entretanto
Se
a
cada
segundo
me
perco
um
pouquim?
Meu
riso
tímido
agora
tem
pranto
Meu
choro
noturno
tem
manto
e
tem
fim
Dei
conta
que
mesmo
que
elogiado
Também
dou
motivos
para
ser
odiado
Os
lábios
não
dizem,
não
sentem,
não
veem.
Dei
conta
que
sou
obrigado
a
abster
Deixar
de
pensar
em
todas
as
contas
E
seguir
a
vida
sem
razão
de
ser
Dei
conta
que
sou
por
vezes
arquiteto
E
que
minhas
plantas
vão
sempre
dar
certo
Quando
o
fracasso
não
quiser
vencer
Dei
conta
que
eu
não
sou
dono
dos
sonhos
Por
quais
passo
dias
inteiros
pensando
No
dia
em
que
o
tempo
vai
me
socorrer
Dei
conta
que
as
coisas
piores
do
mundo
Estão
mais
em
mim
do
que
vejo
em
você
1 Quem Ama
2 Dei Conta
3 João do Bnh
4 Cocoa
5 Disfarce
6 Vestido de Caim
7 Amoral
8 Coisa de Mandinga
9 A Nova Canção Brasileira
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