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Essa é a nossa homenagem
Ao campeão mundial de rodeios, Leandro Baldissera
O sol retia o galpão, reflejando o foro de chão
A sombra deitada no Leo
Com nuvens pintadas no céu (ãn)
Barra do Tim e a ser vem
As linhas renascem também
A bamba de escambo viver
E a doma se faz renascer
Aquela olhada relincho potreiro pra uma gineteada
É um vício de farra no campo depois da pionada
E num uera', uera', uera', hoje nasceu
E num uera', uera', uera', manga sucedeu
12 forquilhanos' daquele beiçudo
Toma o quebra-queixo do lombo cuiudo'
12 forquilhano' daquele beiçudo
Toma o quebra-queixo do lombo cuiudo'
Vamo gaúchada do lombo do cavalo crioulo
Nossa homenagem também, a Chico Bastos
Caia tarde, relincho pataço
Galão de potro', reforço de aço
Ó, o Malilo, pros mais penteado
E mais fora que esse quebrado
Corre Negrito e o tempo se esvai
Tiro olhando o Sapucai
Relincho, tombo, peitaço
Não uera', uera' Ilasanso!
Aquela olhada relincho potreiro pra uma gineteada
É um vício de farra no campo depois da pionada
E num uera', uera', uera', hoje nasceu
E num uera', uera', uera', manga sucedeu
12 forquilhanos' daquele beiçudo
Toma o quebra-queixo do lombo cuiudo'
12 forquilhano' daquele beiçudo
Toma o quebra-queixo do lombo cuiudo'
Aquela olhada relincho potreiro pra uma gineteada
É um vício de farra no campo depois da pionada
E num uera', uera', uera', hoje nasceu
E num uera', uera', uera', manga sucedeu
12 forquilhanos' daquele beiçudo
Toma o quebra-queixo do lombo cuiudo'
12 forquilhano' daquele beiçudo
Toma o quebra-queixo do lombo cuiudo'
12 forquilhano' daquele beiçudo
Toma o quebra-queixo do lombo cuiudo'
E-oh! Vamo! Vamo! Vamo!



Autor(en): Régis Marques



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