Songtexte
Abre
a
tua
mão
Talvez
saia
daí
Uma
surpresa
Diz-me
se
ainda
tens
Para
mostrar
Coisa
que
ainda
não
visse
Em
cada
olhar
Um
poço
em
que
o
fundo
É
pedra
e
água
Que
às
vezes
vem
em
cascatas
Nas
lágrimas
matas
A
aflição
Com
que
regas
a
coragem
E
regas-te
a
alma
E
lavas
a
porta
de
entrada
De
ti
Eu
vi
Tão
claro
e
transparente
Porque
olhava
bem
de
frente
Para
ti
Eu
vi
Lá
no
fundo
um
vulcão
Feito
de
bocados
do
meu
coração
Eu
vi
Onde
não
vive
outra
vez
O
cansaço
e
o
desencanto
que
uma
vez
Eu
vi
Desfazer
mais
do
que
um
sonho
E
parece
que
fui
eu
que
os
destruí
Abre
a
outra
mão
Era
essa
que
tinha
Bem
fechada
A
promessa
De
darmos
tempo
ao
tempo
Parece
que
a
tens
aprisionada
Promessas
são
como
um
vendaval
Levantam
as
esperanças
mortas
Do
chão
das
derrotas
Onde
não
sobrevivem
vencedores
Só
vivem
as
dores
Talvez
eu
me
engane
E
te
esqueças
de
mim
Eu
vi
Tão
claro
e
transparente
Porque
olhava
bem
de
frente
Para
ti
Eu
vi
Lá
no
fundo
um
vulcão
Feito
de
bocados
do
meu
coração
Eu
vi
Onde
não
vive
outra
vez
O
cansaço
e
o
desencanto
que
uma
vez
Eu
vi
Desfazer
mais
do
que
um
sonho
E
parece
que
fui
eu
que
os
destruí
Eu
vi
Tão
claro
e
transparente
Porque
olhava
bem
de
frente
Para
ti
Eu
vi
Lá
no
fundo
um
vulcão
Feito
de
bocados
do
meu
coração
Eu
vi
Onde
não
vive
outra
vez
O
cansaço
e
o
desencanto
que
uma
vez
Eu
vi
Desfazer
mais
do
que
um
sonho
E
parece
que
fui
eu
que
os
destruí
1 Balada das Sete Saias
2 Eu Vi (Tão Claro e Transparente)
3 Que Valha a Pena
4 Acontece (Às Vezes)
5 Memórias de Um Beijo
6 Chave dos Sonhos
7 Neva Sobre a Marginal (Live)
8 Sorriso
9 Um Caso Mais
10 Colibri (Pureza e Desejo)
11 O Zorro
12 Travessa Do Poço Dos Negros
13 Mar I Ana
14 Contradanzando
15 Si Ella Me Faltara
16 Yolanda
17 Feiticeira
18 Perdidamente
19 Não Ponhas o Vestido
20 A Hora do Lobo
21 Foi Como Foi
22 Da Próxima Vez
23 Fora De Tempo
24 Timor
25 125 Azul
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