Nerve - Restos paroles de chanson

paroles de chanson Restos - Nerve




Ya, eu deixo o melhor para o fim.
Mas nunca tenho fome para tudo, então o melhor nunca é para mim.
Este é o dia em que eu me torno egoísta e dou-lhe um tiro.
Eu juro que lhe dou um tiro... (
Refrão) Ya, eu deixo o melhor para o fim!
Mas nunca tenho fome para tudo, então o melhor nunca é para mim!
Este é o dia em que eu me torno egoísta, d
Ou um tiro no melhor amigo do Homem e reclamo os restos de uma vida!
E eu vivo para o dia em que finalmente fecho os
Olhos, durmo as horas de sono em atraso e acordo mais jovem.
Recuso-me a viver sem conseguir evitar cometer loucuras.
Por isso, mata-me quando eu te deixar e não me peças desculpa! -
Sem medo da morte - Estou mais que morto por uma mudança!
- Não esperança, nem mais brilho, nem mais força na garganta.
Antes de deixar o melhor para o fim,
Devia ter-me certificado que estava
Motivado para conseguir levar um projecto a cabo.
Agora busco uma oportunidade diferente.
Perdido algures no caminho entre a Terra
Do Nunca e a Terra do Sempre porque eu sei!
Eu sei que existe um sítio melhor que este!
Deve estar guardado para o fim e eu não vou chegar ao fim tão cedo.
Concordo plenamente, vai ter de ser inesquecível.
Com a tonalidade certa qualquer lixo é comestível.
Eu fico com os restos.
Vamos acelarar isto.
Passar a parte feliz da história à frente, p
Ara estar pronto para a tempestade do fim!
(2x Refrão) Ok, vamos adiar mais um pouco.
Dar tempo ao público para conhecer o homem por trás do louco.
Sou pouco diferente dos outros.
Eu também sonho, também rio, também quero ser feliz.
Também durmo, não me lembro bem da ultima vez que o fiz (...) Ah!
Este filme é seca!
E a contagem decrescente para o tão esperado
Final é cíclica, então eu dou-vos uma tragédia!
Eu vi isto.
Cheguei a um ponto em que estrelas são fogo,
Nuvens são água, amor é sexo e nada para além disso.
Preciso de mais do que uns efeitos especiais janotas
Para arrancar aplausos das velhas e inexpressivas rochas.
Tenho ser rápido, esperto!
Trocar o ego por uns restos.
Tenho de conseguir cuspir para o vento para treinar os reflexos!
Perdoem-me se gaguejar ou ficar com a voz rouca.
aqui muita coisa que odeio e a motivação é pouca.
Mas eles disseram-me para comer e calar e ter força.
Eu engoli a cidade e os arranha-céus arranham-me o
Céu da boca! (2x Refrão) Poesia visual como miragens.
Desenho imagens,
Começo a escrever imagens e nem sequer noto a passagem.
Assim, tentei guardar o melhor para o fim da jornada em
Que, por fim, provei que eu não troco a ordem das palavras.
Eu não troco a ordem das palavras.



Writer(s): Tiago Filipe Da Silva Goncalves



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