Текст песни
Não
sei,
não
sabe
ninguém
Por
que
canto
o
fado
Neste
tom
magoado
De
dor
e
de
pranto
E
neste
tormento
Todo
o
sofrimento
Eu
sinto
que
a
alma
Cá
dentro
se
acalma
Nos
versos
que
canto
Foi
Deus
Que
deu
luz
aos
olhos
Perfumou
as
rosas
Deu
oiro
ao
sol
E
prata
ao
luar
Foi
Deus
Que
me
pôs
no
peito
Um
rosário
de
penas
Que
vou
desfiando
E
choro
a
cantar
E
pôs
as
estrelas
no
céu
E
fez
o
espaço
sem
fim
Deu
o
luto
as
andorinhas
Ai,
e
deu-me
esta
voz
a
mim
Se
canto
Não
sei
o
que
canto
Misto
de
ventura
Saudade,
ternura
E
talvez
amor
Mas
sei
que
cantando
Sinto
o
mesmo
quando
Se
tem
um
desgosto
E
o
pranto
no
rosto
Nos
deixa
melhor
Foi
Deus
Que
deu
voz
ao
vento
Luz
ao
firmamento
E
deu
o
azul
às
ondas
do
mar
Foi
Deus
Que
me
pôs
no
peito
Um
rosário
de
penas
Que
vou
desfiando
E
choro
a
cantar
Fez
poeta
o
rouxinol
Pôs
no
campo
o
alecrim
Deu
as
flores
à
primavera
Ai,
e
deu-me
esta
voz
a
mim
Deu
as
flores
à
primavera
Ai,
e
deu-me
esta
voz
a
mim
Альбом
Amália Rodrigues - Ao Vivo - Café Luso 1955 - Olimpya 1956 - Bobino 19600
дата релиза
08-01-2011
1 Fado Mayer
2 Maldição
3 Lá Porque Tens Cinco Pedras
4 Sabe-Se Lá
5 O Marujo Português
6 Dá-me o brasco anda daí
7 Aquela Rua
8 Eu Queria Cantar-Te um Fado
9 Mouraria
10 Primavera
11 Fado dos fado
12 Libertação
13 Fado das Tamanquinhas
14 Não É Desgraça Ser Pobre
15 Foi Deus
16 Uma Casa Portuguesa
17 Nem às Paredes Confesso
18 Ai Mouraria
19 Peseguicao
20 Toso isto e fado
21 Fado Corrido
22 Barco Negro - du fim
23 Coimbra (1)
24 Sabre-Se La
25 Tendinha
26 Lá Vai Lisboa
27 Que Deus Me Perdoe
28 Lisboa Antigua
29 Amália
30 Lua, luar
31 Calunga
32 Quem o Fado Calunia
33 Fado Gingao
34 Madragoa
35 Ole Mi Morena
36 Barco Negro (2)
37 Guitarra Triste
38 Lé Ré Lé
39 Aie ! Mourir pour toi
40 Coimbra (2)
41 Trepa no Coqueiro
42 Lisboa Antiga
43 Don Triquitraque
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